Laboratório do Museu Biológico - Instituto Butantan

O Instituto Butantan sempre teve um papel de vanguarda no Brasil no que diz respeito às doenças emergentes. Exemplos disso são a atuação na peste, na dengue, febre amarela e os grandes avanços propiciados pelos estudos de Vital Brazil quanto aos acidentes ofídicos.
Vivemos atualmente um novo período da história da terra, o Antropoceno. O modo de vida moderno constitui uma força de modificação em escala planetária, que altera os sistemas naturais do planeta, impactando todo o sistema que sustenta a vida.
Nesse contexto, conhecer e conservar a natureza é tão importante quanto qualquer outra iniciativa relacionada à saúde humana, e os benefícios da conservação para a saúde precisam ser levados em conta juntamente com todas as discussões sobre preservar o mundo natural. Chegou a hora de defender o fato de que o conhecimento do mundo natural e sua conservação são aspectos relevantes para a saúde de todos

Biodiversidade e saúde

O conceito One Health  ou "saúde única" é uma abordagem colaborativa, multissetorial e transdisciplinar, que objetiva alcançar saúde e bem-estar ideais de todos os animais, pessoas, plantas e seu ambiente compartilhado, reconhecendo suas interconexões inextricáveis, trabalhando local, regional, nacional e globalmente.

Monitoramento

Para conhecer e conservar a fauna urbana é fundamental um trabalho de longo prazo, monitorando a dinâmica das espécies que frequantam a região metropolitana de São Paulo e mais especificamente o floresta urbana do Instituto Butantan

Ciência-cidadã

Conhecimento e integração

O Observatório é um projeto de longo curso com foco em estudos ornitológicos e ecologia das aves da floresta do Butantan, bem como estudos em ciência cidadã e envolvimento com a sociedade. Promove também o #vempassarinhar, atividade de observaão e aves fixa  abetta ¡`a popiulação

Projetos em destaque

Andorinha Azul

Conservação sem fronteiras

O projeto é uma iniciativa conjunta Brasil-Estados unidos para conhecer melhor e conservar  essa espécie de andorinha migratória (Progne subis), antigamente muito comum no sudeste brasileiro e hoje ameaçada pela mudança da paisagem e mais frequente na Amazônia. Você pode participar desse projeto procurando e identificando os bandos de passagem em sua cidade.

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Escalas da biodiversidade

Venenos

Escalas da biodiversidade se propõe investigar aspectos macro e microevolutivos relacionados ao veneno que impactaram a diversificação de serpentes avançadas (Caenophidia). Particularmente, avaliar se a variação no fenótipo do veneno e na sua função afetou as taxas de diversificação dentro das serpentes avançadas. Também, avaliar as bases genéticas e mecanísticas por trás da divergência dos venenos.

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Observatório de aves

Projeto

Observatórios de Aves” são centros de pesquisa e educação situados em locais estratégicos para o estudo de aves silvestres, como regiões com grande concentração de espécies e/ou ao longo de rotas migratórias. Sua missão é promover a conservação da biodiversidade através da produção de conhecimento e conscientização do público, unindo ciência e educação.

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Abelhas nativas

Sem ferrão

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Borboletas

Borboletas

As borboletas, insetos da Ordem Lepidoptera, são consideradas um grupo bioindicador, já que o conjunto de espécies presentes em um local pode indicar a qualidade do ambiente. Isso acontece porque se reproduzem rapidamente, respondendo a mudanças no clima e na vegetação. São também comumente vistas durante o dia, bastante comuns e abundantes o ano inteiro, e suas espécies são relativamente bem conhecidas e fáceis de identificar.

Mamíferos

E morcegos

O Projeto mamíferos do pretende conhecer quais espécies de pequenos mamíferos terrestres e voadores ocorrem no Instituto Butantan; mapear a sua distribuição ao longo desse parque urbano; coletar material biológico, como sangue e ectoparasito para verificar se estão saudáveis; e realizar atividades de divulgação científica, educação ambiental e sensibilização para a conservação das espécies com foco nas espécies que ocorrem no parque.

Dra. Erika Hingst-Zaher

Diretoria do Laboratório

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990), Mestrado em Ecologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1995), Doutorado em Ciências Biológicas (Genética) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2001) e Pós-doutorado em Zoologia pela Universidade de São Paulo (MZUSP) (2006). Em 2009 concluiu o curso de especialização em Divulgação Científica na ECA/USP. Pesquisador Científico IV do Instituto Butantan. No Museu Biológico, coordena projetos relacionados à pesquisa com vertebrados e divulgacão científica. É responsável pelo monitoramento de longo prazo da fauna do parque do Instituto Butantan, envolvendo aves, quirópteros, pequenos mamíferos terrestres e invertebrados. Tem experiência na área de Zoologia, atuando especialmente nas áreas de biometria e morfometria e suas aplicações em zoologia de Vertebrados, com ênfase em Mamíferos. Na área de Conservação Ambiental, conduziu inventários faunísticos em diversas áreas protegidas na Mata Atlântica, Cerrado e Amazônia, e participou da elaboração de Planos de Manejo de Parques e Estações Ecológicas no Estado de São Paulo. Atua ainda na área de Museologia, tendo colaborado na montagem de exposições voltadas para a área de História Natural, e na produção de filmes de Divulgação Científica. Organiza o Avistar Brasil, evento de divulgação científica que junta pesquisadores e o público em geral. Desenvolve projetos de Ciência Cidadã, promovendo a participação de não-cientistas na coleta de dados, e ainda na análise destes dados como subsídios para propostas de conservação e saúde. É membro da Sociedade Brasileira de Mastozoologia desde 1991, colaborando como Editora do Boletim da SBMz desde 1992.

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